Wednesday

Objectivos de Aprendizagem






Caracterizar a arte e a mentalidade barrocas

Conhecer e identificar autores e obras do barroco internacional e português ( Escultura, arquitectura e pintura)

Explicar e descrever o método científico

Conhecer alguns dos avanços científicos do séc XVII-XVIII

Identificar e explicar as principais resistências aos avanços científicos em Portugal nos séc XVI-XVII

Identificar os principais iluministas, suas ideias e obras.

Mostrar como se integrou Portugal no movimento Iluminista Europeu

Definir o conceito de Estrangeirado.

Descrever as reformas pombalinas no ensino em Portugal

Conhecer os principais iluministas/estrangeirados portugueses.

Conceitos: Iluminismo, racionalismo, Soberania Popular, Separação dos poderes, estrangeirado, laicização do ensino



Materiais


Friday

Objectivos de Aprendizagem





8ºB

Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e que medidas se deviam tomar para implementar estas ideias económicas.

Caracterizar a política manufactureira do conde de Ericeira.

Explicar a falência das medidas mercantilistas em Portugal

Definir o conceito de Antigo Regime, Balança Comercial.

Caracterizar, sucintamente, o Antigo Regime português  do ponto de vista político, económico e social

Identificar o monarca absolutista francês.

Indicar medidas tomadas por Pombal para levar a cabo o seu projecto modernizador da economia e da sociedade portuguesa.

Explicar o que foi o Despotismo Esclarecido.

Identificar os meios de que se serviu Pombal para levar adiante o seu projecto de desenvolvimento para Portugal

Reconhecer as principais características da Lisboa pombalina.



Materiais



Monday

O Império Português


Os Impérios Europeus (Séc.XVI)
Nos inícios do século XVI, em resultado do esforço de soldados, marinheiros e membros da Igreja, constituiu-se o Império Português do Oriente, que tinha Goa por capital. Muito vasto, estendia-se desde a costa de África à Indonésia, Macau e Japão. Era essencialmente um império comercial e marítimo que assentava em feitorias e fortalezas espalhadas pelo Índico e pelo Pacífico.Mas a presença portuguesa foi desde cedo contestada pelos naturais- Árabes, Persas, Egípcios, Indianos -, afectados na sua liberdade e nos seus interesses económicos.
A partir de meados do século XVI, o Império Português do Oriente entrou em decadência.





Saturday

A crise do Império Português do Oriente

Chegada de pimenta a Lisboa


Por volta de meados do século XVI, o Império Português do Oriente apresentava alguns sinais de crise, que se reflectiam na redução do número de navios que parti­ram para a índia e do volume de especiarias vindas pela rota do Cabo. Em 1549, o rei de Portugal mandou encerrar a feitoria portuguesa de Antuérpia.

Mais evidente a partir de 1570, essa crise era devida a:
. reanimação das rotas do Levante pelos Árabes e Turcos, que tinham decaído com a criação da rota do Cabo, controlada exclusivamente por Portugal;
. prática de monopólio régio do comércio das especiarias mais lucrativas, não deixando aos particulares a participação nesse comércio;
. elevadas despesas da coroa com a manutenção do Império, que muitas vezes ultrapassavam as receitas;
. desvio dos lucros obtidos no comércio para despesas de luxo e compra de terras e casas, não se investindo no desenvolvimento da agricultura e da indústria;
. aumento do número de naufrágios devido ao excesso de carga dos navios, fracos conhecimentos náuticos dos pilotos e ataques de piratas e corsários,
. concorrência de Holandeses, Ingleses e Franceses, que disputavam aos Portugueses o controlo do comércio e dos domínios ultramarinos.

Em resultado da crise do Império Português do Oriente, a coroa portuguesa volta os seus interesses para o Brasil, nomeando o 1º governador-geral, Tomé de Sousa, em 1549. A crescente importância do Brasil inicia a viragem da economia portuguesa para o Atlântico.

O descalabro financeiro

Lisboa, Séc XVI


Após ter atingido o seu apogeu no 2º quartel do séc. XVI, Portugal irá perer não só parte do seu vasto império como também a própria independência.
Decorridos alguns anos de um certo desafogo financeiro, a administração começou a ter graves dificuldades de tesouraria. Nas cortes de Almei­rim, em 1544, o tesoureiro-mor elaborou um esclarecedor mapa de receitas e despesas desde o início do reinado ( D. João III) até àquele ano. A análise das despesas extraordinárias ajuda a compreender o porquê de tão elevado défice externo.

DESPESAS EXTRAORDINÁRIAS *
( 1521-1544)

1 400 000 ......dotes de casamento
800 000 ......subsídios às armadas da Índia
400 000 ......socorros a Safim e Azamor
80 000 ......povoamento e defesa do Brasil
80 000 ......defesa da costa ocidental africana
50 000 ......compra de cereais ao estrangeiro

*valores em cruzados
Mas o mais grave é que, para fazer face a tantas despesas não orçamentadas, se tinham contraído vários empréstimos ao estrangeiro a juros que rondavam os 25% ao ano. À data estavam a dever-se ainda perto de 2 milhões de cruzados.

Conceitos




Mare liberum - no século XVII o poderio de Portu­gal e da Espanha decaiu e os países do Norte da Europa entraram na concorrência do comércio colonial e, consequentemente, da navegação nos mares: a teoria do mare liberum (mar livre) ven­ceu a do mare clausum; o monopólio ibérico defi­nido no Tratado de Tordesilhas foi substituído pela concorrência dos mares.

Companhias de comércio -
grandes sociedades comerciais, geralmente com muitos sócios e com vultoso capital, constituídas nos séculos XVII e XVIII, para praticar o grande comércio ultramarino (das especiarias, do açúcar, dos escravos.. .). Um dos sócios podia ser o Estado.

Bolsa - estabelecimento oficial onde se reúnem homens de negócios ou seus representantes para comprar e vender títulos de crédito (acções).

Banco - estabelecimento de carácter financeiro onde se realizam operações de depósito, câmbio, desconto ou empréstimo, e, em alguns casos, emissão (de notas).

Acumulação de capitais - elemento motor do sis­tema capitalista, que visa a criação de condições que permitem o aumento ininterrupto do capi­tal das empresas de modo a alcançar um acrés­cimo de produção através do reinvestimento.

Capitalismo comercial - sistema económico através do qual os lucros obtidos por meio de actividade mercantil eram novamente reinvestidos propor­cionando novos lucros (as mais-valias).

A Falência do Império Português do Oriente



Toda a riqueza do Oriente passava apenas por Portugal e ia fomentar  o trabalho estrangeiro, que nos fornecia de todas as coisas. As enormes quantidades de dinheiro do comércio das Indias, de Malaca e do Oriente eram mal geridos, deficientemente orientados e, sobretudo, mal gastos. Em vez de um investimento no tecido produtivo do país optou-se por comprar ao estrangeiro o luxo que aqui se ostentava contribuindo para o desenvolvimento desses país. Em vez de se investir na construção naval optou-se por alugar barcos... a particulares e ao estrangeiro. Em vez de se procurar vender os prudutos trazidos do Oriente pelos mercados europeus esprávamos que os viessem buscar a Lisboa. Em 1549 abrirá falência a feitoria portuguesa de Antuérpia.
Portugal era apenas a placa giratória de todos os lucros da Rota do Cabo. Pegávamos na riqueza da Índia e íamos levá-la ao norte da Europa, à Flandres, à Holanda, à França e a Inglaterra.
Na gestão do comércio e dos negócios do reino não constava a política de fixação de riqueza, o reinvestimento na criação e desenvolvimento das actividades produtivas manufactureiras, de construção naval, de desenvolvuimento agrícola....
Não admira por isso que passados apenas 30 anos estivéssemos em enormes difuculdades económicas e financeiras.

"As fomes sucediam-se e era necessário endividar-se a Coroa para comprar cereais no mercado da Flandres. (...) Pediam-se empréstimos ao estrangeiro a juros altíssimos.
O País importava de Africa todos os anos, segundo diz um escritor, 338 000 moios de trigo e 670 000 de cevada. Em fins de 1543,deviam-se na Flandres somas enormes, além das que se tomavam em letras «a tão altos preços que se dobra a dívida em quatro anos".


(António Sérgio, Breve Interpretação da História de Portugal)

A carreira da Índia



No reinado de D. João 111 (1521-1557), o nosso país atravessou um período de grandes dificuldades : falta de dinheiro nos cofres do Estado, abandono de praças no Norte de África, encerramento da feitoria de Antuérpia, ataques a praças portuguesas do Oriente.
A partir de então, a situação do Império Português do Oriente piorou. A imoralidade e a corrupção atingiram funcionários e sol­dados portugueses. Por falta de dinheiro, as frotas que partiam para a Índia eram cada vez em menor número. A tradicional rota terrestre das especiarias (através da Ásia Menor e do Mediterrâneo Oriental) recuperou parte do movimento que tinha perdido com a descoberta da rota marítima para a Índia. Em consequência, a exploração da rota do Cabo deixou de ser monopólio do Estado e abriu-se a sociedades de capitais privados. Por outro lado, muitos dos barcos carregados de mercadorias orientais eram apresados por corsários (franceses,holandeses, ingleses) ou vítimas de naufrágios.

Friday

A viragem para o Atlântico e a perda da Independência

O Norte da Europa ganha vantagem

A União Ibérica



Esquema Conceptual


Objectivos de Aprendizagem

Renascimento e Reforma




Localizar os principais focos de difusão cultural nos séculos XV e XVI.

Explicar as condições que favoreceram o surgimento do Renascimento na Itália.

Compreender os conceitos: Dogmatismo, Renascimento, Espírito Crítico, Antropocentrismo, Individualismo, Classicismo, Humanismo, Reforma, Protestantismo, Contra-Reforma

Descrever as características do Humanismo renascentista.

Caracterizar a nova mentalidade do homem renascentista

Compreender a importância da imprensa na divulgação dos novos valores e atitudes no campo do pensamento e da literatura.

Identificar as principais figuras do humanismo e da literatura renascentista europeia e algumas das respectivas obras.

Relacionar o desenvolvimento da curiosidade face à Natureza com o espírito crítico renascentista e com as grandes viagens marítimas.

Mencionar os progressos do conhecimento nos séculos XV e XVI.

Caracterizar genericamente a arte renascentista indicando obras e respectivos autores

Descrever as condições e factores que estiveram na origem do movimento da Reforma Protestante.

Destacar os princípios fundamentais em que divergem Católicos e Protestantes.

Destacar as principais medidas tomadas pela Contra-Reforma.

Avaliar os efeitos da acção da Contra-Reforma na Península Ibérica.



Saturday




8º A

Identificar os factores e as manifestações da crise do Império Português do Oriente

Descrever os acontecimentos que conduziram à União Ibérica

Justificar os interesses dos grupos dominantes da sociedade portuguesa na união dinástica

Explicar a ascensão colonial dos países do norte da europa a partir dos finais do séc. XVI

Salientar os meios de que se serviram esses países para imporem a ordem do mare liberum

Indicar os principais motivos de descontentamento dos portugueses face ao domínio espanhol

Relacionar a Restauração da independência nacional com as ameaças à prosperidade do império atlântico português e com o declínio do Império Espanhol


8ºB

Identificar os factores e as manifestações da crise do Império Português do Oriente

Descrever os acontecimentos que conduziram à União Ibérica

Justificar os interesses dos grupos dominantes da sociedade portuguesa na união dinástica

Explicar a ascensão colonial dos países do norte da europa a partir dos finais do séc. XVI

Salientar os meios de que se serviram esses países para imporem a ordem do mare liberum

Indicar os principais motivos de descontentamento dos portugueses face ao domínio espanhol

Relacionar a Restauração da independência nacional com as ameaças à prosperidade do império atlântico português e com o declínio do Império Espanhol

Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e que medidas se deviam tomar para implementar estas ideias económicas.

Caracterizar a política manufactureira do conde de Ericeira.

Explicar a falência das medidas mercantilistas em Portugal

Definir o conceito de Antigo Regime

Caracterizar, sucintamente, o Antigo Regime português do ponto de vista político, económico e social

Identificar o monarca absolutista francês.


Materiais
(para todos)

Wednesday

Objectivos de Aprendizagem



Localizar no tempo e no espaço a crise do século XIV.

Enumerar os factores que levaram à crise do século XIV
Avaliar as consequências da crise (sociais, económicas, políticas, demográficas, culturais).

Comparar a crise económica e social da Europa com a crise económica e social de Portugal.

Identificar os problemas do reino de Portugal que conduziram a uma crise política.

Justificar a importância da batalha de Aljubarrota.

Localizar no tempo e no espaço o expansionismo europeu.

Enumerar os motivos da expansão europeia.

Compreender como é que o mundo era visto pelos europeus.

Assinalar as condições e os factores que contribuíram para o pioneirismo português na expansão europeia (condições da prioridade portuguesa: geográficas, políticas, técnicas, científicas e tradição marítima).

Justificar a importância da caravela nas viagens de descoberta.

Mostrar o interesse de toda a sociedade portuguesa na expansão.

Explicar os interesses que estavam na base da expedição portuguesa a Ceuta.

Referir as principais razões do fracasso da expedição a Ceuta.

Destacar o papel desempenhado pelo Infante D. Henrique nos Descobrimentos.
Enumerar as principais fases da descoberta e exploração da costa africana

Comparar a política de conquistas de D. Afonso V com a política expansionista de D. João II.

Relaciona a rivalidade entre Portugal e Castela com a descoberta da América por Cristóvão Colombo.

Analisar a importância do Tratado de Tordesilhas.

Caracterizar as formas do domínio português no Oriente, no Brasil e nos arquipélagos atlânticos (Madeira e Açores) .



Materiais

A Aventura dos Descobrimentos


Jamais um grupo de homens conheceu tantas coisas novas sobre a Terra, em tão pouco tempo. Nos séculos XV e XVI , os europeus, tendo à frente portugueses e espanhóis, lançaram-se em pequeninas embarcações aos oceanos, aos “mares nunca dantes navegados”.
Descobriram, visitaram ou conquistaram quatro imensos continentes de povos e os colocaram em contacto entre si. Cada um dos quatro continentes, sozinho, era maior que a Europa inteira e possuía seus próprios animais e plantas, desconhecidos dos brancos, bem como suas próprias paisagens, climas, riquezas naturais, seus cheiros, sabores, cores (...)Para os europeus, foi um tempo de surpresas, tempo de espantos.
Os descobrimentos marítimos abriram um mundo novo, variado, surpreendente. Um mundo onde seria absolutamente necessário conviver com as diferenças, encarar o outro.

Depois disso a Terra não continuou a mesma: O conhecimento e a compreensão que os homens tinham do mundo não somente aumentou, como mudou. Começou um novo tempo na história da humanidade, tão novo que, para medi-lo, tornou-se necessário novos relógios.
AMADO, Janaína e GARCIA, Ledonias Franco. Navegar é preciso
Grandes descobrimentos marítimos europeus (adaptado)



Mapa dito de Mercator
(1512 - 1594)

Tuesday

O conhecimento do Mundo

Mapa-mundo do geófrago árabe Al-Idrisi
Séc.XII


Mapa-mundo do  grego Ptolemeu
Séc II


O conhecimento que os europeus tinham do mundo era muito limitado. Baseava-se nos autores gregos e romanos de havia quase dois mil anos. Baseava-se na autoridade dos antigos e nos textos sagrados dos sagrados autores da palavra de Deus, a Bíblia à cabeça. Baseava-se em mapas imprecisos e feitos a partir de relatos de alguns comerciantes e viajantes europeus que misturavam factos e ficção ajudando assim a alimentar e a manter uma mentalidade supersticiosa em que comummente apareciam monstros e seres imaginários.




Não é por isso de admirar a influência que o Livro das Maravilhas de Marco Pólo teve na formação do “espírito científico” da época e nos apreçam mapas do mundo com apenas três continentes e demasiado imprecisos para se chegar a algum lado, ou o mundo como um T e um O e quatro rios.

Em princípios do séc XV, o século das descobertas, o mapa tido como a mais correcta representação da terra e dos continentes ainda era o de Cláudio Ptolomeu, velho de quase mil e trezentos anos. Em nenhum deles, se admite uma ligação por mar entre o Atlântico e o Índico. A África alongava-se para Oriente depois do Sahara.

Nos mapas árabes, nesta altura, o sul aparecia em cima. Este é o mapa de Al-Idrisi com orientação a norte.


Acreditava-se que a terra era plana e que os navios, se conseguissem chegar ao fim do mundo cairiam no abismo. O mar tenebroso, albergava seres capazes de engolir um navio inteiro com um abrir de boca e , em terra, havia zonas tão quentes que era impossível lá viver alguém. Morreria queimado com o calor do sol.

Não era de pouca monta a tarefa que os navegadores do Infante e depois de D.João II e de D.Manuel I empreendiam dia após dia, ano após ano. Mas o mar, com todos esses perigos, medos e segredos era também a estrada por onde se podia partir à aventura, encontrar novos mundos, arranjar uma vida melhor.

Sunday

Rotas Comerciais


Rotas Comerciais (XVI)

Até esta altura, as mercadorias orientais eram adquiridas na índia pelos muçulmanos, que as transportavam por mar através do Oce­ano índico, do Mar Vermelho e do Golfo Pérsi­co, seguindo depois em caravanas até aos portos do Mediterrâneo Oriental. Os mercado­res venezianos e genoveses iam aí comprá-Ias, vendendo-as depois em toda a Europa.
Estas mercadorias atingiam preços muito elevados pois passavam pelas mãos de vários intermediários. Os Portugueses, ao adquiri­-las directamente na origem, podiam vendê­-las mais baratas que os Venezianos e Genoveses, ainda assim com uma grande margem de lucro.

Mare Clausum

Mare Clausum

Com a assinatura do Tratado de Alcáçovas-Toled e sobretudo com a assinatura do Tratatdo de Tordesilhas a navegação nos oceanos ficava reservada , com a benção papal, a portugueses e espanhóis naquilo que ficou conhecido no direito internacional como Mare Clausum, ou Mar Fechado.
Esta política foi mal recebida por nações europeias como a França, Holanda e Inglaterra, que reivindicaram, apoderando-se dos mares pela força, pelo corso e pirataria de rotas, produtos e colónias, por intermédio das suas Companhias majestáticas, com objectivos militares e expansionistas. No entanto, só no séc XVII o direito internacional anularia as disposições consagradas em Tordesilhas opondo ao Mare Clausum o princípio do Mare LIberum.

Tratado de Tordesilhas



Tratado de Tordesilhas

A descoberta da América por Cristóvão Colombo (1492) levou a um grave conflito entre Portugal e Castela. D. João II reivindicou o direito às terras descobertas por se situarem nas áreas atribuídas a Portugal pelo acordo de Alcáçovas­-Toledo.
Em 1494, após demoradas negociações, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas, que dividiu o mundo em duas grandes áreas de influência. Em cada uma delas, as potências ibéricas gozavam do exclusivo de navegação e comércio nas terras descobertas ou a descobrir. Instituía-se assim a doutrina do Mare Clausum, o mar fechado.